Mas quantos Rélpis têm no mundo?!


Esses foram os personagens que já passaram por nós... e continuam de toda forma, aqui dentro desse complexo e maluco relacionamento! Essa turma artística, esse grupo de todos!
Um beijos à vocês que são pessoas RÉLPIS que merecem todo o respeito tecnológico!

Amém...








UI UI UI UI, MAS TÁ MUITO BONITO ISSO AQUI!!!

Salve Campinas #Coletivo Ajuntaê #Irmande Operária Coletiva

Mais uma vez na estrada, após a passagem por Serrana na semana passada, estamos nós nos encontrando com o pixe, em espaço fechado com cinco acentos, movimento a 110km/hr, e muita, mas muita, cana... Cana e cana, mais um pouco de cana e assim cana sob nossos olhos... ahh! Me lembro de ter visto algumas plantações de laranja...! Apesar da não variedade em cores, texturas, não há como a experiência de observar algumas horas a paisagem que se apresenta, deixar de ser agradável e mote para uma boa inspiração, reflexão e crescimento. Estrada que apesar de apresentar-se estagnada em cultivo, dá inspiração para nos munirmos de muitas sementes para plantar esperança, compromisso e afetividade a um mundo real e possível, verdadeiro à altura dos olhos.

Vamos nós operários da música, alcançar uma plataforma para que todos e todas possam sentir e visualizar que é possível se expressar e entender o mundo à sua volta, que é possível viver de música, e apreciar música autoral, expressiva e que dá linha às ideias e faz reconhecer a si mesmo, o outro e fundamentalmente o mundo ao redor. Reconheçamo-nos a nós mesmos e o mundo ao redor, reforma agraria já!


Disseminemos a graça em expressar-se Rélpis, com amor e efetividade no espaço, de ser quem somos e principalmente responsáveis com o mundo e com todos, no proclamar a responsabilidade da valoração do outro por ser quem é. Indiscriminando raça, cor, gênero; todos na missão e intuito de igualdade/liberdade responsável e acordada sobre as injustiças e desigualdades ainda presentes.

E assim, estrada afora, fomos acolhidos pela família “Ajuntaê”, coletivo campineiro! Casa nova, espaço aconchegante, e com vista interessante, da sacada podemos ver o estádio do Guarani e Ponte Preta!

Nesta noite de sábado campinense, curtimos a discotecagem do caríssimo Gabriel, famoso “Fedel” , que para nossa honra preparou a casa de festa “Mog” com muita música nacional independente , criando o gosto na galera presente e botando chapa quente para a entrada dos senhores amigos “Neviltons”.
Após boa danssança, dormimos agradavelmente muito bem na hospedagem solidária dos e das Ajuntas ê, e já deixamos a deixa que será muito bem aproveitado o espeço em nossas futuras andanças por campinas!

Destino traçado, “Casa São Jorge” e a famosa feijoada do almoço, especialidade da casa sambística!
Dominguera bunita dimais!
Lá fomos nós brincar um pouco nos palcos da vida... ! O show foi agradável no último, e é claro não há como não ressaltar a estada camarada junto a nós nestes dias e que pudemos ter a honra em estar junto, Dj YoungMan, diretamente de São Carlos/Aparelho Coletivo, mandando discotecagem e realizando infinitos efeitos digitais em nossa cantoria acústica instrumental, ele e que foi premiado nestes tempos pelo itaú cultural para desenvolver trabalho experimental contemporaneíssimo com Di Freitas e cantoras, deêm uma sacada:
Bortô na Sede Coletivo Ajuntaê

http://aparelhofde.wordpress.com/2011/09/12/rumos-da-musica-itau-cultural-em-nossa-sede/

Salve Campinas, até semana que vem no Feia,

Festival do instituto de Artes da Unicamp - www.feia.art.br

Muita Vida a todos Nós,

Conra

Os Rélpis Convida #01 - Almghty Devil Dogs

Em conjunto com o Coletivo Artístico Colméia Cultural, a banda Os Rélpis surge com a proposta de movimentar a cena cultural independente de Araraquara apresentando o projeto “Os Rélpis Convida”. Este consiste na abertura de um espaço de articulação entre artistas da cidade e outros que cruzaram sua trajetória com a banda ao longo dos três anos de sua existência. Com esta atitude pretende-se fomentar cultura, singularizando-a num espaço para disseminar a arte produzida na cidade e região. O evento ainda contará com a apresentação teatral de um grupo convidado a cada edição.



Banda de Bauru que é uma mistura de punk rock 77, com surf music e cinema de horror. Formada em 2003, gravou uma demo com 4 músicas, “The Subssessions” que rapidamente se tornou destaque no site Trama Virtual. Algumas apresentações depois, a Almighty decidiu cuidar de outros projetos e fez uma pausa de quatro anos. Em 2008, a banda retorna com dois novos integrantes, novas composições e com “The Subssessions” distribuído pela Reverb-Brasil, portal especializado em surf music. No ano seguinte, participam do 3° Festival Contato (São Carlos/SP) e lançaram o single virtual “Corre!” para download gratuito, parceria dos sites piscesrecords.com.br e reverb-brasil.org. Também gravaram uma faixa que integrará o tributo a banda The Cramps, lançamento previsto para este ano. Outra versão produzida pela banda, "The Invasion of the Dragonmen", foi escolhida para integrar a coletânea norte-americana "These Clones Are Real... a tribute to Man or Astroman?", um tributo a banda Man or Astroman?. Em 2010, a banda fez várias apresentações no circuito independente paulista, cinco delas no Festival Grito Rock (fev/2010), além do convite para tocar na Virada Cultural Paulista (Bauru), onde se apresentou ao lado de Ultraje a Rigor e Pública. Também realizou show no V Festival Rock do Bem e VI Festival Rock do Bem (Bauru), III Solydary Rock (Bauru), Festival Macaco (São Carlos), Livraria da Esquina (São Paulo) e Noite Fora do Eixo nas cidades de Campinas (Bar do Zé), São Carlos (Palquinho UFSCar) e Bauru (Aldeia e Jack Music Pub).

Já em 2011, a banda participou de 3 edições do Grito Rock 2011 (Bragança Paulista, Jacareí e São José dos Campos) e lança em breve seu primeiro álbum auto-intitulado que contém 12 faixas de estúdio e faixas bonus com versões ao vivo e mais.

A banda é formada por: Vinicius (Guitarra/Vocal), Mel (Baixo/Bck Vocal), Gu Richieri (Guitarra/BCK Vocal), Montinho (Bateria) e Abadá (FX)


O B-SIDE é:


Com todas as parcerias e amizades concretizadas até o dado momento tratando-se de ser um dia de 24 de agosto de 2011, venho por meio deste post lançar e disponibilizar o download deste álbum que nada mais é do que puros divertimentos relpinísticos e agradecimento para as pessoas que estavam, estão e estarão presentes sempre conosco e sendo assim, já aproveito para alimentar as desculpas mais que sinceras à vocês que nos fazem crescer por não termos colocado o nome de cada um no CD lançado: "Do fruto, o escracho monumental caramelizado"!!!


Os Rélpis - B-Side (2011)




Esse CD virtual à ser lançado é o intitulado: "B-SIDE", por que são gravações ao vivo de programas de rádio que fizemos e algumas gravações inéditas que seriam inseridas no "Do fruto..." mas acabaram ficando de fora como a canção chamada: " Meia e Liz" e também as brincadeiras gravadas ao vivo no quartinho de casa utilizando apenas um celular, que são: "Bortô já me dizia", "Humanuménenhum" e "Platão não é mais o mesmo"!

Espero que gostem das bricolagens sonoras do dito cujo CD virtual!

AGRADECIMENTOS: Dara Ohdara, Sabêdeuz e Marquinhos.

Sempre rélpis, rélpis até morrer! Obrigado por serem vocês!

DESCULPAS: Aos já citados nos agradecimentos.

Combo ao fim #9 #10 #11

           E na paz de toda graça chegamos à reta final de nossa empreitada, rumo à Governador Valadares passamos o dia todo sob as 4 rodas, muito sambinha na ponta da língua até não haver mais cantoria lembradas e cair no bom e belo axé de todos os tempos, relembrando nosso tempo de Soweto e Molejo e é claro, Tchan na cabeça. Paramos para um bom almoço na encantada cidade Teófilo Otoni, que muito nos chamou a atenção pelo mercado informal de pedras preciosas que no meio da cidade, em uma praça existe. Interessante foi se encontrar mais uma vez com descendentes de povos pré-colombianos dublando nas inúmeras flautas os álbuns de músicas que vendem, destaque para a música “my heart will go on” do Titanic, que com certeza é a que está à frente nas paradas de sucesso Inca. Viva a globalização que ainda em prantos declara a tristeza em ser neoliberal e que em júbilos de muito acreditar, já é ruina em decadência.
Enfim em terras esperadas abarcamos nosso trem da alegria, ansiosos para ver agora todos em ação no palco: Basura, Nullios Avarus e os próprios da presente página em relato. Muitos foram os planos para a inibição da festança planejada, primeiro se achegou a vigilância sanitária ao espaço junto alguns agentes municipais inspecionando o espaço. Após alguns minutos o representante da Ordem dos Músicos  do Brasil nos dizendo que seria impossível haver show se não tivéssemos carteira regularizada de “Músicos”, e como um combo completo fomos abordados todos pra nenhum senhor de OMB sair ileso de revista, uma blitz gigantesca no bar... Uma zica total, que após momentos de muita apreensão em ver o role todo que estava acontecendo ali, como uma correnteza de maus agouros, saímos ilesos e som na caixa! Heita pega!
Damos os salves a Chico Petrônio que nos acolheu muito bem em sua casa no sítio, heita paz devida e aconchegante, acalentada e recheada com um excelente rango feito por sua mãe.
Acordando em ritmo pegada seguimos ao décimo dia de trabalho da gran tourne, em rumo próximo fomos à Ipatinga, poucos minutos de belíssima paisagem mineira, montanhas de pedra imensas!
O cenário do dia foi em uma escola, seríamos nós todos “amigos do trem da alegria ilimitada” junto aos recém-comparsas de role: “Clube dos Canalhas” que também marcaram sonzera no dia anterior.
A paz foi presente e evento marcado neste dia, interessante, em uma escola municipal irmandade presente, sussa demais.
Chico Petrônio, Coletivo Pé de Cabra, nos acolheu em sua casa, com rango e tudo mais. Manhã com grande café e corpos relaxados, preparados para a boa viajem que se seguiu. Aterrissamos em Aracora às 0 da noite, tendo partido umas 10 de Ipatinga. Ao longo do percursso, deixamos aos prontos de jacaré e com muitas saudades a irmandade encontrada “Basura” e por Ribeirão Preto para deixar Nullios André Avarus, o dr. Guilherme Nullios Blanca repousou conosco por Araraquara...
As reflexões foram muitas, passando por todos os lados, cantos e quem sabe pensamentos, além do próprio alcance e projeção do novo mundo que já se faz e é ao alcance de todos daqueles que se achegam em bom coração. Paz a nós todos, viva o mundo novo, além do solidário, mas mundo “vivo” por ser presente. Evidente e passageiro, que ao pensar em si já foi e quem sabe é, entendimento não disto nem daquilo, mas caminho, processo, entendimento do próprio ser em existência.

Conra Quequê

#6 dançando com #7 i 8 dia

Arreita dia da paz, de muita troca.  Nullius Avarus e Os Rélpis produzindo arte em várias linguagens e suportes, dia de música, desenhos, vídeos e muita apreciação/reflexão. Viva a Universidade livre, produção de conhecimento conjunto. As ideias rumaram à especulações sobre nosso contexto, arte, estética – ética, o ser livre ou reprimido nesta sociedade e as diferenças entre estas realidades, o que é fazer história e ser atuante nela.
É claro, damos louvores à oportunidade que temos hoje de poder começar a visualizar na arte um caminho de vida sustentável, e que para tal se faz necessário o compromisso com a expressividade engajada, não egoísta à condição espaço/tempo, e com a democratização da arte como livre expressão, autentica e independente a todos, a qual imprescindivelmente se faz como resultado da auto e coletiva reflexão.
Entender o quanto que arte é virtude por ser expressão particular é sugerir com ela em sua atividade a compreensão do outro enquanto outro – indivíduo singular – que só se percebe como tal quando se concebe para si em sua condição histórica e postura apreciativa. Atitude que vai além de um gostar ou não gostar, mas sim de visualizar no outro a si próprio, como um outro você.  Quem sabe aí começamos a conversar que estética é simplesmente ética, palavras sinônimas.
Grande salve à Lucas por poder nos receber em sua casa, cedendo seu quarto durante um dia todo, tomamos café e almoçamos juntos.
Logo pela noite a irmandade “Basura” de Sabará chegou para formar a trupe, Priscila, Marcela e Axel, ficamos agora em 11 menestréis. Embarcamos em viajem rumo a Vitória da Conquista, e quem vai se achegando e enturmando a cada curva das milhares de curvas das estradas mineiras com bahianas é Cláudio, nosso motorista, que tem um pé do tamanho de um elefante. Priscila em um dos primeiros diálogos já exclamou a exaltação que passávamos em cada momento “Tamu viajando mais na esquerda do que na direita!”, ao se referir às ultrapassagens, mas é claro que ninguém tira o profissionalismo do irmão que só somou no role.
Chegamos à Bahia ao som dos Recifenhos Nação Zumbi nas caras de Los Sebosos Postizos em que interpretam músicas do carioca Jorge Bem. Que venha a Bahia, ôxe miscelânea cultural!
Vitória da Conquista próximo destino. Interessante perceber as sutilezas das diferenças entre os biomas das regiões em que passamos. O quanto que o Brasil é rico nas diversidades, mas assoladoramente marcado pela monocultura e devastado por escampadões de criação de gado. Me vem à mente uma música que embalou um pouco de nossa noite em vitória da Conquista dos Bauruenses de respeito “Mercado de Peixe” - Terra pra quem quer cultivar.
           Noite que foi recheada de muita convivência e projeções audiovisuais na república Tcheca que acolheu parte de nosso grupo, pois outro ficou em hotel. Começamos a colocar uma interrogação imensa nesta situação (hotéis), pois nestas andanças relpinísticas o que tem sido de maior graça é poder ser acolhido pelos irmãos que nos recebem a maioria das vezes, em suas casas e famílias, honra que não há outra igual. Desta vez damos os Salves à Fernando d’Os Barcos que nos acolheu em sua casa com um ótimo jantar preparativo para la nocthe de danças mil molhada em projeções nervosas na república da galera da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia.
           O dia havia sido suave, com direito a passeio turístico pela cidade harmoniosa e com ares geladinhos, taí o porquê de ser chamada Suíça bahiana, conhecemos o museu e uma praça com patos enormes.
           A grande honra foi a entrevista na rádio da Universidade do sudoeste da Bahia.
           Já no dia seguinte ressaltamos a produção que rendeu o estar junto, fomos ao estúdio da galera d’Os Barcos, onde fizemos um som e criamos uma canção, que no fim das contas foi mais um estudo do que seria a performance do recém criado grupo: NulliOs RelpiSura no palco. Não podemos deixar de ressaltar a tapioca da Bahiana feita pela querida vitoriosa de muitas conquistas Marcela, que nos mostrou que a verdadeira é feita apenas com farinha de tapioca (a que se faz o biju) em uma tijela com açúcar (é claro que a mão bahiana pra misturar os ingredientes é mais que funfamental...), adicionar leite condensado e vualá!
           Bem alimentados, prosseguimos ao estúdio da Band para realizar outra entrevista, tristeza nossa, pois o entrevistador tinha saído de férias e quem estaria no lugar, vai sabá onde estava...
           Que venha o show, o local que não podemos deixar de ressaltar se chama “Sebo Viela” espaço que além de agregar em uma boa sala o Coletivo Suiça Bahiana, é uma casa de show com um ótimo sebo (raridades na praça) e espaço para alimentação, cada espaço da casa é chamado de travessa e tem o nome de um artista negro americano como Billie Holliday, Miles Davis, Jhon Coltrane... Bravos à Renato que mantém a casa numa excelente estica.
           Show excelentíssimo, os senhores Nullios representaram e colocaram a casa aos pulos em seus poemas psicopneumáticos desvairados de uma realidade não distante, ao sugo da guitarra distorcida e energias rítmicas interiores mais que pulsantes, puxantes! Guitarra e bateria preenchendo uma manada de delírios.
           Relpinísticos como sempre, nosso show foi como é de ser, agregando a galera presente, ou melhor sendo agregados por ela. Deixo a deixa de um poema colhido no sebo em um livro que fala do sionismo curdo e declamado durante a brincadeira: “Uma revolucion consiste en mirar una rosa hasta pulverirar-la”, versos propícios ao se apreciar o agradável sebo bar, que apresenta em suas vielas memórias de vidas marcadas pela resistência. Bora descansar que a manhã próxima promete um dia intenso!

Conra Quequê

Maravilhas, em todos aqueles dias!

Maravilhas... sem mais,

do que somos todos nós!

de que somos todos nós!

do que fomos naqueles dias!

(trecho do poema: " Menino Delírio" de Guilherme Garboso; em cor de sangue)

Agradecimentos: Nullius Avarus, Basura e todos os envolvidos!

Um Beijo do Garboso!

Video #1 #TourNulliusRelpinista

Video fresquinho contando a saga NulliusRelpinista por Belo Horizonte e Sabará...




Para quem quiser saber mais sigam @osrelpis @nulliusavarus ou no facebook http://www.facebook.com/relpis http://www.facebook.com/pages/Nullius-Avarus/96379382280


Quem é de Conquista não percam o Viela Sebo Café hoje a noite

Tour #4 y lo arribas muchachons #5 djia!

Lua Luou
Vento ventou
Rio correu pro mar
Foi beijar
As areias de lá...

Assim foi o pico do quarto dia Relpiniano na estrada, momento em que os ilustres Relpiniquins participaram do show de Marina Machado (que já é musa Rélpiniquista) junto aos companheiros das vivências do dia anterior, formamos um biutiful coral dançante, ressalvas ao regente Caiulbs Mani que comandou a festanxha.

Cantorias e canticos a parte, durante a boa tarde, tudo rumou bem, tranquilamente e regada a reflexões de bons pensamentos, projeções de vida e nossas atividades enquanto músicos, artistas, poetas deste novo tempo e geração... Temos praticamente a mesma faixa etária, nos identificamos com a atividade de fazer e viver de arte. Procuramos juntos, responder questões que envolvem nossas ansiedades, não em ânsia, mas atividade. Digo ainda que esta não é por mero fazer ou projeção pueril de concepções nada concretas. Agimos em reflexão conjunta, associando nossos universos particulares, tendo sempre em vista a realidade e o presente concreto, a nossa fome e a projeção de um futuro não para apenas nós mesmos, mas mundo melhor e consciente na prática e pensamento. Atividade.

Grande Salve ao mestre “Celso Moretti e banda Barraco de Aluguel” que em seu show anterior ao de Marina co´s Rélpinis deu boas explicações sobre o Reggae Favela e sua missão “Extilingue”, exibindo a arma personalizada aos tons do “Naya Being”, que atira ao invés de pedras, lança mensagens de amor e de um novo mundo, céu aqui na terra possível! Sonzera!
Seguida las danças del festivá Escambo, ajuntou-se o povo para a festança dos que trabalharam o tempo todo proporcionando a brincadeira toda. Em uma casa tombada logo ali no centro, satisfação total estar com os irmãos Sabarenses, que trampam e vivem de cultura, se expressando e produzindo meios para veiculação dos trabalhos produzidos em Brasir y el mundio!

Segunda feira seguiu-se, adios sabará com a promessa do retorno próximo, coisa boa foi fechar o role com o trio “Bassura” que com um Rock’n Roll suscinto e empolgante, cantarolado em melodias baixas e agudas, nos invocam na altura entre o estômago e o peito uma euforia melancólica que nos remete à ânimos grunge metal. Passeêmos pessoar! Bom encontro e companhia pelos próximos dias. Sozeiramos el mundjo! http://www.myspace.com/bandabasura
Rumamos assim à Belo horizonte, cidadão bunito e grande demais, salves ao irmão Lucas fora do eixoanístico que nos recebeu em sua casa.

A noite foi graciosa demais da conta, nos encontramos com “Tempo Plástico”, banda que compõe o coletivo “Queijo Elétrico” há já 4 anos, fazendo e vivendo de arte com toda força audiovisual multilinguagem. Nos gravaram e filmaram em sua base de trabalho, heita satisfação! Mineiros que fazem acontecer! Salve irmandade que nos significa a palavra “Ação”. Atividades de música nas ruas, flores nos becos, fotos e revistas, cenários e carnavais, rádio e filme constante, infinito.

Para nossa surpresa quem nos chega trazendo a melhor alegria do encontro, Marcião Relpiníquis e Blanca Avarus. Pra comemorar e sentir mais um pouco do ar mineiro, pastel e caldo de cana, a famosa “garapa”. Finesse com os irmãos Charchar, Lucas e Luís da banda “Festenkois”, sonzera de pegada full na adrenalina e convenções intensas repentinas.

Bom sono a nozes irmandade!

Musiquet em Sabará #2 dia del viaje juntio al #3 .

01h20min do dia 23, Pub Ponto Farol - Sabará - Minas Gerais, alí declamamos em altos e bons tons a satisfação em dar um role conjunto, aprendizado dum com o outro. Inúmeras potencialidades e afazeres, gostos e apreciações proporcionados pelo conviver coletivo que levamos em nós. Projeção a qual apresentamos e chamamos de banda. Prática que exige ouvir, muitas vezes calar e principalmente sentir, para quem sabe assim tornar uma melodia, inspiração fugaz e efêmera de um, em canção de todos.

35 minutos de apresentação proporcionadas por meses de afinco e disposição, enxergadas pelo reconhecimento de ver no companheiro que se faz chegado, motivo além do som que se identifica, mas sinergia que compõe e resulta em hibridismos expressivos: gosto com cheiro, visão com som, tato com inspiração, tudo pela busca do bom senso e equilíbrio. Identidades que se formam no e pelo encontro, não apenas de si para consigo, mas formação em “ser mais”, tolerante, sereno, equilibrado, consciente, ser mais humano.

Que venham os novos tempos de uma cultura universal e global, que propaga o bem estar social pautado na expressividade livre individual e responsável com os meios em que se propaga (para que eles continuem a existir e a vida não se faça efêmera na terra ou tenha apenas projeções condicionadas), expressão que se “torna” arte, por se fazer exigentemente compromissada com a realidade e não apenas um amuleto externo que ostenta e opõe identidades.

Salve convenção Fora do Eixo Minas Gerais que pudemos participar na sexta feira. Projeção que alia desenvolvimento tecnológico e filosofia, e que acredita que neste encontro rumamos sentido à humanização. Viva o multiculturalismo e a diversidade. Expressão à todos nós!

Salva de palmas ao “Festival Escambo” de Música independente em Sabará, promovido pelo Coletivo Fórceps. http://www.forceps.com.br/
Arriba meus irmãos, maravilhosa e recheada programação de festivá! Cidade linda, acolhedora, mineiríssima. Sexta feira foi recheada pelo bom passeio nas antiguissimas ruas de cascalho moldadas ao longo dos 300 anos de sua e nossa história. Observação ao tombo de Conrado embaixo da ponte...

Após show e bom descanso, damos salves à boa receptividade mineira que é fulgurante e exemplificada na exuberante sustança de sua culinária típica, pudemos provar disto aqui na convenção, quiabada, feijão tropero, angu, caldos suculentos, simpatia, alegria... Êita povo agradáver!

Hoje (dia 23) pudemos participar de uma oficina, com Marina Machado (cantora) e Celina B., com o título: “A imagem e o conceito de um artista”. A atividade foi um misto de experimentação performática e o palco tradicional, exploramos o corpo individual e ao mesmo tempo coletivo de maneira orgânica. Foram práticas sensíveis que muito tinham a ver com jogos cênicos que se aliavam a experimentações musicais em canto, e nestas por fim se tornaram técnicas. Chegamos à ideia que tudo é para um bom aproveitamento de nosso maquinário particular, o corpo, que apesar de mecânico, exige o trabalho sensível da apreciação e apropriação do veiculo expressivo que a tudo toca sem encostar, e o mais fácil de trabalhar, por ser inato. A “voz” e suas modulações, que movem montanhas segundo a bíblia ou transpassa e agrega corações.

Lá se foi nosso sábado, fomos à praça apreciar irmandade esperando el sonidos de Cabrueira, Jair Naves e o querido batera Marquinho, que venha domingo!

Salves Alves das aves naves!

Chegada de Nullius e Bortô!

Por uma anuância do destino, Bortõ, não pode iniciar a tour com Os Rélpis, mas já se encotra com a trupe relpinística. No caminho para Belo Horizonte, que foi acompanhado com Blanka da Nullius Avarus, o por do sol foi marcante...


... assim como os diversos caminhões da estrada sinuosa...


...amanhã enredamos mais histórias da bricolagem que está rolando por aqui!

Queijos...

Façam as malas, e vamos caminhar!

Depois de seis mil hectômetros, um banho de cachoeira e um rango do Paim, o trânsito Belo-Horizontino, Charchar e Teteu nos levam direto à noitada que abre o passeio musicado do mês rélpinistico de julho.

Saímos já na manhã do dia 21, com nosso automóvel vermelho ibísco abarrotado até as tampas, e fomos ao encontro do P.Lacuesta, que havia partido na noite anterior por não haver espaço no loucomóvel Rélpistico, e nos esperou pacientemente por 7 horas embaixo do belo pé de romãs Horizontinas .

Desbravando o curso do rio de pixe encontramos uma belezura de cachoeira, no momento em que o Sr. Mani desviava de um caminhão de couve-de-bruxelas, que são muito cultivadas na nascente do Ribeirão das Barangas. Lá paramos para fazer um lanchinho, outros tomarem um banho na queda da cachoeira para tirar a catinga da semana, e ainda nos sobrou tempo para lustrar os sapatos para a noite que viria.


Depois seguimos viagem por mais 2 horas até encontrar a cidade de bumbum saliente que tem o nome “Formiga”, onde Paim faz seus pratos mineiríssimamente recheados e seu famoso suco de laranjinha, que tem gosto de limão, e gosta de ser chamado de mexirica.

Seguindo para os últimos metros de viagem encontramos um trânsito monstruoso, que nos apossou quase 2 horas de pura paciência monja.

Quem nos recebeu na capital mineira e deu a chave da cidade foram os Srs. da Pegada Charchar e Teteu, que nos encaminharam à residência da família Charchar. Lá fomos regados pelo elixir da fruta proibida, tradicional da cidade, e muito bem recebidos pelos simpatissíssimos progenitores da casa, querida e querido, Nádia e Reinaldo.


Com o bucho cheio e as pálpebras descansadas após o pequeno tempo de adoção Charchar, pudemos nos dirigir à casa de shows Nelson Bordello, um ambiente muito agradável, com belíssimas obras permeando as paredes.

Fizemos uma saborosa passagem de som inspirados pelo belo horizonte que nos enche os ânimos e pinta de boa receptividade coletiva. Realizados no espaço/tempo e iniciando o momento de trocas e encontros, visionários e inspirados pelo bom e maravilhoso mundo novo!

Eram 00h13m47s quando soou a primeira nota da guitarra levando quentes vibrações psicodélicas pelo ar seco e gélido que a noite havia nos preparado, e preparação que nós à ela reservado. O sentimento que tocava o palco e ressoava nossos acordes era da mais pura cumplicidade em pulsar as expressões e ansias ali construídas. Nota-se que esses momentos são tão raros, pois só são possíveis com uma harmonia interna da banda, tida como premissa, e uma conexão desses atuantes com instrumentos sonoros e os outros, atuantes com instrumentos passionais.


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Pura emoção, salves ao querido Bortô que esteve presente apenas em sentimentos e faltas de um fluido ressoar melodioso o qual nos enche de cores fulgurantes.

“Bertóla” songs pra virar a noite, e lá suingamos nós na explosiva sonoridade proporcionada pelos caros novos amigos.

Sabará foi o destino próximo para dormir em paz, que junto aos congressistas ativistas, molhados de reflexões, já repousavam e esperavam com camas répinisticas, já prontas para nós próprios. Eita seriedade! Valeu irmandade!

Segue-se o dia na cidade histórica, 300 anos de muita exploração natural, mas que hoje ergue-se com o solo revolvido e visionário. Terra engajada na resistência e propulsão da nova realidade global, virtual, seriamente real.

No cenário: “Festival Escambo”que às 2 de la madruga recebe-nos com muita graça e honra!







Três capitais em um mês!

Se resume tudo ao árduo trabalho e dedicação... Os relpinistas estão saindo do ninho e voando cada vez mais longe, neste último mês pisamos no solo de dois estados além do que vivemos.

No último dia 25/06 fizemos nossa primeira apresentação em solo carioca, foi no terceiro dia de Festival Fora do Eixo - Rio de Janeiro, no Teatro Rival.

No dia 01/07 foi a vez de São Paulo, cidade a qual que queremos cada vez mais, fomos convidados pela banda Ambulantes para acompanhá-los por uma noite no Espaço Urucum.

No próximo dia 21/07 estaremos em Belo Horizonte, iniciando a turnê que conta com mais sete shows seguindo por Sabará, Divinópolis, Vitória da Conquista, Governador Valadares, Ipatinga e Sete Lagoas.

Considero um marco atingido, três capitais em um mês e espero aumentar o número de cidades a passar...

2011-07-11 - ENEA - Bauru/SP


Olha lá!

Essas são algumas fotos do show que fizemos no ENEA em Bauru/SP no último dia 11!
Galera super receptiva e festeira, compareceram em peso pra assistir Os Rélpis e a Garotas Suecas!
A coisa esquentou em cima do palco e ninguém conseguia ficar parado! Muito bom!

























































O crédito das fotos vai para a nossa queridíssima Aline Paes!

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