Relpinizando por aqui!



Amiga secreta tendo tremiliques na gaita!

Dançante dançado!

Este mais sonhado passo dançante dos flamingos, se torna real no Vale do Paraíba, e sendo assim muito mais certeiro, em Paraibuna. E é "Dois pra lá e dois pra cá!", já diziam... Dança Rélpis! Dança! Então o fizemos! Obrigado aos clipes do É o Tchan, James Brown, Carrapicho, Michael Jackson, Tiririca, etc... por nos ensinarem esses passos maneiros!

Então fiz uma edição com a música "Cá e ela" do disco "Do fruto, o escracho monumental caramelizado!" que será lançando logo mais aqui no blog e em outras mídias. Mas não é nada de sério... O clipe real e bem feito dessa faixa está por vir! Mas é sempre bom dar um pouco/bastante de risada da gente!
tchururugudubaô... Rélpis, Rélpis!!!





Os Rélpis - Grito Rock (Vale do Paraíba-SP)

Foi uma bela tarde para a chegada, ao olhar para trás foi possível ver, bem ao estilo rélpis de ser, um sol dos maiores. Nunca já vivenciado pelos espertos ao contrário de que tanto fala a Estamira. Apesar de tudo, a admiração somente se iniciava com as montanhas botando o sol pra dormir.


.primeira parada no posto Vaca Preta


Chega-se a cidade, mas não se encontra entradas, passamos foi é reto e de retro, afastando os espíritos do caminho errado, voltamos para adentrar a digníssima Paraíbuna. Lá dentro, no infatigável centro, percebemos o início da pequena aventura celestial, que incluía algo que merece repúdio à retirada de azulejos históricos da igreja, isto por um padre super consciente.

Uma das primeiras coisas que Larissa nos levou a fazer foi tomar suco de Cambuci com Limão... Excelente trabalho em importanciar árvore e fruto que já tinham o destino tolhido das serras elétricas... AMARRA A BOCA, pero és bueno! Tocamos logo depois, mas disso não há muito a dizer fora a organização com palco, som e público... de nossa apresentação são vocês quem dizem.






Larissa do Coletivo Maiêutica - Paraíbuna/SP

.PARAHYBVNA.

Larissa e os caquís de puro chocolateeeee

Ahhhhh aquela canja sem arroz, mas com galinha, que não lembramos o nome, nos alimentou e aqueceu durante boa parte da noite, nos deu energia para curtir o restante do evento com outras bandas e a madrugada que continuou à fora, na casa do Joel, onde havia copos e copos e mais e mais copos de copos de granola com leite e leite com granola, sem contar na cachaça com canela de meninos com as pernas pra trás, vulgo curupiras.







Os Rélpis, Larissa e Família. Depois do almoço incrível recheado de Capeletessssss.

Um agradecimento à parte é o chapéu de palha cedido à banda que protegeu do sol a cabeça das pessoas que o utilizaram em dias ensolarados... Foi útil em Taubatexas onde entramos de gaiato num navio, paralelo foi pouco para aquele mundo em que adentramos na noite de sábado! Hospitalidade de Mário, do Cabana Café, nos arremeteu a diversas reflexiones.



Bortô vandalizando em Taubaté


Jacareí foi uma refeição à parte, lá antropofagicamente devoramos uns aos outros em idéias e superamos a expectativa que se tinha de os flamingos não voarem pela falta de soja do sábado! Mas rolou e no final tudo terminou em pizza e desabafo...

Para terminar o final de semana no Grito Rock do Vale do Paraíba, voltamos a dormir na casa de Larissa em Paraíbuna... Acordando visitamos o Espaço Ateliê e a Fundação Cultural, espaços de grandes clássicos... até levamos um som em um orgão movido a pedal... O almoço no Mercado Municipal foi a penúltima peripécia que fizemos lá, a última foi a derradeira visita a bica, para que voltemos num mês próximo e pra ficar!
Os Rélpis na frente de uma casa que jajá pode não estar!
Os Rélpis na bica de Paraíbuna!!
"Quem bebe água da bica aqui fica."

Os Rélpis e Larissa. Registrando a nossa passeata pela cidadela agradabilíssima!

Conversa d'água de soja...

Em um momento muito relpinístico de ser, distante do flamingo flamejante estavam todos os demais que não faltaram para uma conversa, uma conversa de boteco ensolarado, uma conversa com o copo sujo e a parede cheia de ranho! Estes se arriscaram num diálogo que vai além do que o cérebro está acostumado a conceder licença, estes se encontraram com o lado além do monte pscicodélico e perceberam que a soja lisonjeia o mundo de forma insana!

Está aqui, se encontra aqui este diálogo:




Depois deste diálogo os intercessores da soja divina partiram em direção ao futuro...



Grito Rock 2011 - A Saga Continua...


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Peripécias pelo Vale do Paraíba?


Que isso! Ou não!

Não perca os próximos episódios por nada.,




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Os Rélpis no batidão!

Para quem imagina que Os Rélpis estão fechados para novos estilos, que não gostamos misturar coisas estranhas em nosso som e aparência! Saca só O REBOLAAAAADDDDDOOOOOOOO!!!!!

Sem calcinha...



Mais um que o flamingo não esperava!

Bicicleta, patins, cachorro, tamanduá, tangerina, damasco, bola, quadrado, céu, mãe, lixeiro, mercadão, pinguin, escola, tia, amarelo manga, Hitchcock foram estas as palavras do domador de flamingos Vitão, após um suco de disco voador paraibunense...

Depois do pancadão as ereções involuntárias se tornaram múltiplas, mesmo!

Paródia de la noche:
"BICICLETA... nããããããooooo
DOR DE DENTE... nãããããoooo
Olha olha olha a água mineral, água mineral, água mineral essenciaaaal
Você vai ficar bembal... perereperereperere"

Eu vi você

Indo para o Grito Rock de Paraibuna, em um momento de descontração Garboso Pavão, Conra Quequê e Márcio Bortô se apresentam em um momento de epifania relpinística...

guasihooo handenico, channnnbilho




Esta nem o flamingo fulmegante provido de uma prole de phenix que ressurge das cinzas, porém estas, QUE SÃO ROSAS, esperava!

Grito Rock - Sorocaba - 2011-03-05

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Venho por meio deste, comunicar o quanto foi agradável nos apresentar em Sorocaba em tão incrível evento, esse tal de Grito Rock!

Tocamos ao ar livre, do lado do rio, a noite estava perfeita!


Gostaria de agradecer aos fotógrafos Luis Carlos Mandt e Tatiana Plens pelos incríveis retratos de nossas faces!




Gostaria de agradecer também ao Maurício do Rasgada Coletiva, por junto aos seus pais, nos hospedarem tão confortavelmente e lógico, a todos os outros membros do coletivo que fizeram toda a mágica rockística acontecer!



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Canto Poético: Alguns pequenos e um grande.

Uma poesia faz ginastiquinha;
Duas poesia faz ginastiquinha;
Três poesia faz ginastiquinha;
Quatro poesia faz ginastiquinha;
Cinco poesia faz ginastiquinha;
Seis poesia faz ginastiquinha;

UM POESÃO PROVOCA COLISÃO (de pensamentos...)!!!

Os Rélpis - Grito Rock (Sorocaba-SP)




Após um dia de pausa para o Flamingo, ele pode exibir-se novamente... Na sua pose de uma perna só, reluzindo o pink (it's my new obsession, eating the purest green corn cream) no rio ao lado da Usina Cultural - Ettore Marangoni em Sorocaba! Eu concordo! É! Soja!




Este é o Grito.DOC do pessoal do Rasgada Coletiva, mostrando além de nós, algumas bandas que botaram fogo no Grito Rock Sorocaba!!

Início do ano a todo vapor caramelizado!


Depois de um tempo parado para a gravação do primeiro Álbum (lembrando do EP- Cá do meio de lá, link para baixá-lo aqui no blog), Os Rélpis começaram o ano coloridamente com muito entusiasmo e energia.

No bombar, o primeiro show do ano e também minha estréia, casa lotada para ouvir o psicodélico som em parceria com Aeromoças e Tenistas Russas de São Carlos.

Em Bauru no Cacoffonia, na unesp, no bosque... tem pessoas tentando se encontrar lá ainda!

Voltando a tocar em Aracoara, abrimos o show do Kiko Zambianque ("...") no trote solidário da Uniara... Uma pena a chuva neste dia, mesmo assim o público cativo estava presente para prestigiar a coloridez relpinística umidecida... um dia a parte que fizemos amizade com um grupo de pessoas fominhas inimigas do som...

Em Campinas, com Irmãs da Providência, tocamos no Bar do Zé... uma noite em que os flamingos entraram em ação apreciando o puro creme do milho.

Em Sorocaba, marcamos presença no Grito Rock onde conhecemos a Usina Cultural Ettore Marangoni... espaço digno de psicodelias relpinisticas!


Shows já idos e com soja:
18/02/2011 Bombar - Noite Fora do Eixo (Araraquara/SP)
24/02/2011 Festival Cacoffonia - UNESP (Bauru/SP)
02/03/2011 Trote é o Bixo (Araraquara/SP)
03/03/2011 Bar do Zé (Campinas/SP)
05/03/2011 Grito Rock - Guerrilha Geradora (Sorocaba/SP)

Shows que estão vindo com soja:
25/03/2011 Grito Rock - Paraíbuna (Paraíbuna/SP)
27/03/2011 Grito Rock - Jacareí (Jacareí/SP)
01/04/2011 Cão Pererê - Marília/SP
02/04/2011 Rep. Pipinellas - Londrina/PR
16/04/2011 Lançamento do Álbum - Do fruto, o escracho monumental caramelizado - SESC Araraquara/SP


Acompanhem as informações d'Os Rélpis no Twitter, Facebook, Orkut e Myspace

A caminho do monte pscicodélico.

“Do Fruto, o Escracho Monumental Caramelizado”

Com muitas inovações técnológicas e estéticas, novo álbum trará 17 canções, muitas texturas e um ar retrô

Grupo araraquarense Os Rélpis, munidos de vídeo cassete, instrumentos artesanais e muita tecnologia lança seu segundo álbum, “Do Fruto, o Escracho Monumental Caramelizado”, que tem data de lançamento para abril.
Serão 16 músicas inéditas, permeadas de influências psicodélicas sessentistas, ressaltando sempre a brasilidade e as quebras rítmicas que são marcas registradas do grupo. Terá também uma releitura de Algo aí pro tempo, música já lançada no EP “Cá do Meio de Lá” de 2009.
Seu registro teve início na reforma do estúdio e listagem de equipamentos que seriam utilizados, incluindo guitarras, amplificadores e bateria com 40 anos de idade, pedais construídos por eles mesmos e um vídeo cassete. “A idéia do video cassete surgiu da necessidade de registrar uma música para uma coletânea, e não teríamos tempo $ para ir atrás de um estúdio, fomos até a sala, pegamos o video do meu pai e fizemos um registro ao vivo. Quando vimos o resultado, pensamos: pois não?”, comenta o vocalista e compositor Garboso Pavão. A idéia consiste basicamente em uma captação convencional, enviando o sinal para a mesa de som, que registra as trilhas nos 2 canais do vídeo cassete. Na sequência essas trilhas são digitalizadas e trabalhadas a mixagem e masterização em um computador. “A compressão e timbre conseguidos com o video cassete trouxeram um ar retrô que não conseguimos reproduzir digitalmente” completa Ell Ninho Barone, guitarrista da banda.
O repertório tráz algumas canções com 3 anos de idade, de antes de surgir o grupo, e outras surgiram de brincadeiras nos ensaios. Quando perguntado sobre os ritmos que compõe a obra, o baixista Caiubi Mani deixa a letra, “poderás flutuar em muitas linguagens musicais, passando pelo rock, maracatu, xaxado, blues, valsa, folk, frevo, power pop e marchas, além é claro, de “.
Consta também nas gravações, participações de amigos, Gelsner Skan e Rio Bottari com algumas composições, Luma Aiub ajudando nos vocais, Thiago Hard no sax e Bortô no trompete, este último, que veio a compôr a banda a partir de então.
A arte do álbum foi uma concepção conjunta de Kito de Lacosta e Conra Quêque, guitarrista e baterista da banda. “Todo resultado visual que envolve a obra do álbum busca ressaltar o comportamento que acompanha a banda desde sempre, o ser “Rélpis”, exibindo a plenos corpos, e muito bem caracterizados, para que a todos pulmões exclame-se o agradável resultado de uma boa convivência entre amigos no intuito de produzir arte. E como tal, cheia de identidade e formozura”, concordam ambos.
O lançamento será em abril, quando sairá, além do álbum físico, uma versão virtual que será lançado no Compacto.Rec de abril, e terá download gratuito.



Baixe o álbum:
Os Rélpis - Do fruto, o escracho monumental caramelizado (2011)


Baixe o Álbum - Do Fruto, o Escracho Monumental Caramelizado

Contato

Agência:
Rafael Barone
+55 16 8116 3623

Comunicação:
Márcio Bortô
+55 16 9771 3093

osrelpis@gmail.com

Release

Banda araraquarense com três anos de estrada, trás na bagagem muito experimetalismo sonoros, um visual que atrai até os olhares menos atentos, passagem por mais de vinte festivais pelo Brasil e dois álbuns (“Cá do meio de lá” e “Do fruto, o escracho monumental caramelizado”).

A banda se iniciou com diálogos entre Garboso Pavão, Ell ninho Barone e Gelsner do Mato, este último não prosseguiu. Firmada a concepção foi necessária a busca de pessoas que compartilhassem dos mesmos interesses, neste momento foram convidados para o projeto Kito de Lacosta, Caiubi Mani, Dara Ohdara, Rafael Sabedeuz e Marquinho. Com a trupe formada, estava em pé o picadeiro que circulou por muitas cidades. No caminho caminho tortuoso das estradas, Conra Quequê assume a bateria em lugar de Marquinho, e numa curva mais acentuada Dara e Rafael seguem e partem outra trilha, guiada com os mesmo príncipios mas separados do grupo. De um encontro inusitado surge Márcio Bortô. Cristaliza-se momentaneamente a trupe, formada por nada mais do que seis artistas em busca de anseios comuns. Segue no caminho trilhado a três anos atrás Garboso, Barone, Kito, Caiubi, Conra e Bortô.

Como proposta de trabalho a banda lança no início de 2011 seu segundo álbum “Do fruto, o escracho monumental caramelizado”. Onde semeiam um trabalho de criação e não de reprodução, Os Rélpis dão sentido à bricolagem artística misturando sonoridades que partem da tradição de música popular ao moderno rock, buscando evidenciar o hibridismo musical que compõe a formação musical da banda de forma hilária e cômica, assim retomam aspectos que lembram o tropicalismo e a antropofagia cultural da década de 60. Essa mescla de elementos musicais variados traz também a "quebra" das categorias que definiriam a identidade da banda, podendo, esta, ser chamada de grupo de "rock", ou de "MPB", ou de "baião", ou de ”blues”, mas sendo na realidade, uma nova expressão de toda essa diversidade que não se caracteriza por delimitar-se dentro de um estilo, mas por flutuar entre diversos estilos.

O espetáculo "Do Fruto..." se caracteriza por trazer temas muito variados, sendo desde temas normais e corriqueiros (“pop”), como a paixão de uma pessoa por outra na música “Que coisa não?” , a temas sociais, como a anorexia, o Bullying e a variação lingüística nas músicas “Magrela é pouco” e “Sé de lá”, a até temas “absurdos” (filosóficos), como a relação entre sentir o tempo real e o tempo “psicológico” que engana a noção de tempo real, na música “Algo aí pro tempo”, mas sempre utilizando sátiras e escracho aos consolidados valores culturais como forma de expressão. Deste modo, explora a ambigüidade e os paradoxos dos temas tratados.


Assim, os músicos se colocam na postura de um "brincante", brincando com a sensibilidade sonora dos expectadores. As músicas remetem hora à complexidade harmônica, melódica e rítmica da MPB e do Tropicalismo, hora à simplicidade do Rock Pop dos anos 80, hora a cantigas populares. Mistura estes elementos quase opostos e destoantes numa mesma música a banda causa sensações sonoras “estranhas”, porém doces, que são amplificadas e exageradas através da incorporação do comicismo. E as intenções sonoras do espetáculo partem de uma antropologia do ruído, que é baseada na sensibilidade sonora humana e no contexto sócio-cultural contemporâneo, de forma extravagante, colorida e com “resquícios” dos anos 60, que por si só trazem uma personificação do escracho aos monumentos culturais consolidados em toda a sociedade ocidental.