Baixe/Escute o álbum relpinista "Do Fruto..."

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Baixe o Álbum - Do Fruto, o Escracho Monumental Caramelizado





















Relpidecimentos

*foto de Eduardo Filloy no lançamento "Do fruto..." e editada por Bortô

No dicionário relpinístico, que será publicado brevemente, relpidecimento é uma forma de agradecimento...

Este ano, juntamente com o Álbum "Do fruto, o escracho monumental caramelizado" (Se ainda não o baixou mande um clique AQUI), também lançamos este blog no dia quinze de março. Nestes três meses e catorze dias conseguimos a marca de duas mil e sessenta e oito visitas, destas quais mil cento e vinte uma são retornos... Foram acessos de doze países e cem cidades diferentes.

O que mais intriga é a média de retorno de 54% e também o tempo médio que ficam no blog que é de quase três minutos... O que nos remete a pensar que deu certo!

Junto com o número expressivo do blog, temos um expressivo número de shows, repetindo os anos anteriores, neste ano de 2011. Entre fevereiro e maio foram mais de vinte apresentações, e muitas por aí virão... basta dar um olhadela na agenda... tudo isto se torna possível por vocês que nos ouvem, acompanham e curtem os coloridos e pscicodélicos OsRélpis!

É isto pessoas, fruto de um trabalho que a cada vez mais se consolida, cada vez tem mais pessoas caminhando com a gente...

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2011-05-05 - Studio SP - São Paulo/SP


Seguem algumas fotos do show no Studio SP em São Paulo/SP junto com o Jumbo Elektro! Noite muito animada, regada a boas músicas, boas risadas, reencontro de amigos e conversas infinitas!


























Aproveito para agradecer ao nosso amigo Paulo Delfini pelas fotos e por estar sempre junto nas produções malucas!

;D


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Somos todos pós-modernos?

A resposta é sim se comungamos essa angústia, essa frustração frente aos sonhos idílicos da modernidade. Quem diria que a revolução russa terminaria em gulags, a chinesa em capitalismo de Estado; e tantos partidos de esquerda assumiriam o poder como o violinista que pega o instrumento com a esquerda e toca com a direita?

Nenhum sistema filosófico resiste, hoje, à mercantilização da sociedade: a arte virou moda; a moda, improviso; o improviso, esperteza. As transgressões já não são exceções, e sim regras. O avanço da tecnologia, da informatização, da robótica, a gloogleatização da cultura, a telecelularização das relações humanas, a banalização da violência, são fatores que nos mergulham em atitudes e formas de pensar pessimistas e provocadoras, anárquicas e conservadoras.

Na pós-modernidade, o sistemático cede lugar ao fragmentário, o homogêneo ao plural, a teoria ao experimental. A razão delira, fantasia-se de cínica, baila ao ritmo dos jogos de linguagem. Nesse mar revolto, muitos se apegam às “irracionalidades” do passado, à religiosidade sem teologia, à xenofobia, ao consumismo desenfreado, às emoções sem perspectivas.

Para os pós-modernos a história findou, o lazer se reduz ao hedonismo, a filosofia a um conjunto de perguntas sem respostas. O que importa é a novidade. Já não se percebe a distinção entre urgente e importante, acidental e essencial, valores e oportunidades, efêmero e permanente.

A estética se faz esteticismo; importa o adorno, a moldura, e não a profundidade ou ao conteúdo. Ao pós-moderno é refém da exteriorização e dos estereótipos. Para ele, o agora é mais importante que o depois.

Para o pós-moderno, a razão vira racionalização, já não há pensamento crítico; ele prefere, neste mundo conflitivo, ser espectador e não protagonista, observador e não participante, público e não ator.

O pós-moderno duvida de tudo. É cartesianamente ortodoxo. Por isso não crê em algo ou em alguém. Distancia-se da razão crítica criticando-a. Como a serpente Uroboros, ele morde a própria cauda. E se refugia no individualismo narcísico. Basta-se a si mesmo, indiferente à dimensão social da existência.

O pós-moderno tudo desconstrói. Seus postulados são ambíguos, desprovidos de raízes, invertebrados, sensitivos e apáticos. Ao jornalismo, prefere o shownalismo.

O discurso pós-moderno é labiríntico, descarta paradigmas e grandes narrativas, e em sua bagagem cultural coloca no mesmo patamar Portinari e Felipe Massa; Guimarães Rosa e Paulo Coelho; Chico Buarque e Zeca Pagodinho.

O pós-modernismo não tem memória, abomina o ritual, o litúrgico, o mistério. Como considera toda paixão inútil, nem ri nem chora. Não há amor, há empatias. Sua visão de mundo deriva de cada subjetividade.

A ética da pós-modernidade detesta princípios universais. É a ética de ocasião, oportunidade, conveniência. Camaleônica, adapta-se a cada situação.

A pós-modernidade transforma a realidade em ficção e nos remete à caverna de Platão, onde nossas sombras têm mais importância que o nosso ser, e as nossas imagens que a existência real.

Frei Beto.

[Autor de “Calendário do Poder” (Rocco), entre outros livros].

sinestesia . playlist

Eis que abrimos o facebook e nos deparamos com "sinestesias . playlist", uma série de fotografias de Paula Mello, uma simpática transeunte da cidade de Marília que apreciou nossa apresentação por lá...



03 - que coisa não . os rélpis

...estou sem imaginação...

- captura digital -

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Para ver mais sobre o trabalho de Paula Mello, acesse seu Flickr.

Valeu Paula, gostamos de seu trabalho...

2011-04-16 - SESC Araraquara - Lançamento do Álbum!


Lançamento do nosso primeiro álbum (Do fruto, o escracho monumental caramelizado) no SESC Araraquara! Muita energia positiva e uma multidão de amigos! Que delícia!










































Muito obrigado pelas fotos Caiuá Mani Perez e Eduardo Filloy!!


Volto logo menos... para MAIS!


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image


Bem, a visita Paulistana prossegue em suas atividades repletas de movimento e tranquilidade, multidão e eu só, riquesas mais que pobresas, pobresas mais que riquesas. Momentos mais que reflexivos que elevam nossa condição e formação não ultra, mas humana. Ao longo da boa hospedagem fora do eixoana, surgenos a nós a imagem que ilustra este bom papo, composta na mansidão do compartilhar e visualizar o futuro da arte expressão.

-foto: Baronovsk
-composição: Conra Quequê, Barone, Irmão e su Mama, palpites e completudes de transeuntes do espaço participativo.

Studio SP e melongAs da vidA ao cAbo da nAu

Lá vão os Rélpinianos, ou será Rélpinistas? Bem... Sei que vão, e continuam indo, quem sabe assim adiante para lá ou acolá, mas certamente e sempre para o alto e avante, sentido!

E desta vez a empreitada foi rumos à terra da garoa, querida capital de nossa terra querida, São Paulo que de garoa, desta não foi a vez. Clima bom não faltou não, seu friozinho característico ainda mais pela boa chegada do outono trouxe um bom pique dançante, daqueles que não fazem o suor respingar. Uh delícia! O porto bem arrumado e aconchegado que avistamos foi a convite dos queridos senhores “Jumbo Elektros”, que na amizade eletrônica não só com a música, mas na pragmática da vida contemporânea, se achegaram aos portais Fora do Eixo pedindo por um menu tropicalista que estivesse a mercê. Como nós Rélpinianistas antropófagos, famintos e sedentos de um bom fuzuê, não deixamos de abarcar nossa nave flutuante tupi no ponto estabelecido como trato: “Studio SP”. Lá fomos recebidos e compomos a mesa da noite, que no cardápio apresentado (fico zabumbado em relembrar...) saciou e desentupiu algumas vias de endorfina dos famintos paulistanos, extasiados pela boa degustação servida. Diríamos que o sabor foi eclético, serviu tanto para aqueles que vibram aos tuts tuts da eletronic vibrations quanto aos que transcendem nas ritimias analógicas, ao bom e terno grado performático e declamado dos infinitos valores representados e vivenciados na música autoral, indiscriminada e multicultural, termino e digo: AMOR.

*foto por Paulinho Delfini

E nos primórdios...

E não é que mexendo no estúdio encontramos uma fita VHS dos primórdios... o grandioso vídeo-cassete que nos foi tão útil na gravação do álbum "Do Fruto..." nos cedeu graciosamente esta importante e colorida recordação d'Os Rélpis numa quermesse.

Com um fundo musical de uma velha e idosa canção não enrugada e que tem pretensões joviais d'Os Rélpis, que nessa ERA RELPISOLÍTICA encontramos, e mostramos à vocês no mundo de hoje!
Mundo mudado, mundo mudo, mundaças terá depois de ouvir, ver e remexer os quadris depois desse intrigante vídeo fossilizado!
Os fósseis são restos de vídeos vivos ou vestígios de atividades videológicas (retângulos pretos, verdes, etc.) preservados nos sistemas naturais. Entende-se por "sistemas naturais" aqueles contextos em que o processo de preservação não resulta da ação antrópica, podendo o fóssil ser preservado em sedimentos, rochas, gelo, piche, âmbar, solos, cavernas, quartinho de ensaio, etc. Preservam-se como moldes do corpo ou partes do próprio vídeo vivo, suas cores e rolos. A totalidade dos fósseis e sua colocação nas formações rochosas, camadas sedimentares e quartinhos de ensaio é conhecido como registro fóssil. A palavra "fóssil" deriva do termo latino fossilis que significa "desenterrado", "extraído da terra" ou "extraído do quartinho de ensaio". A ciência que estuda os fósseis é a Paleontoligia, iniciada com os trabalhos de Georges Cuvier.


(Voltemos ao vídeo em si, e ao grande dançarino presente nestas filmagens.)


Esse conjunto de passes geniais do primo do "Primo" que é um velho dançarino frequentador do Bar do ZINHO, que já não é mais visto por lá e cá... Enfim, é um belo dancer!




Ohhh dance, shake your body BOY!!!